sábado, 26 de julho de 2014

DISCURSO





Discursos não apenas comunicam os conteúdos, mas 
aquilo que se fala e o como se fala produz efeitos de sentidos.
Os silêncios têm participação fundamental na produção de sentidos.



Manipulação cultural através de arte e alimentação envolve produção de endorfina, que, entre outras funções, estimula a memória, a concentração, a disposição mental e o bom humor  ou seja, reduz a resistência intelectual a sugestões.
Manipulação se dá massivamente pela televisão: principal instrumento da Mídia.


Assista o vídeo:




PANARÁ




Suas raízes: quem são e de onde vieram?

Os “Panarás” também conhecidos como "Krenakore”, é uma grupo indígena com origem na bacia do rio Peixoto de Azevedo (norte do Mato Grosso).

São descendentes dos índios “Cayapós do Sul”.


Primeiro contato com a “civilização”


O primeiro contato foi em 1968, através dos irmãos Villas Bôas (sertanistas), devido a construção da BR-163, estrada de Cuiabá-Santarém que cruzava a área dos Panarás.
Foram apelidados de “Índios Gigantes”, porque utilizavam artefatos de guerra grandes e tinham uma média de estatura de 1,90m aproximadamente.


Parque Nacional do Xingu

Em 1961, Jânio Quadros – presidente do Brasil na época – criou o Parque Nacional do Xingu, idealizado pelos irmãos Villas Bôas. Espaço concebido para que os índios pudessem viver de modo “tradicional” para que não atrapalhassem o progresso nacional.
Os índios Panarás foram transferidos para o Parque Nacional do Xingu em 1975, devido a uma série de doenças que tiveram ao se aproximarem da “civilização branca”, chegando com cerca de 75 indígenas que sobreviveram.


Primeira tentativa de retorno às terras de origem

Insatisfeitos com o modo de vida imposto, os Panarás resolveram voltar a sua terra natal em 1991.
Descobriram que boa parte de sua terra de origem já se encontrava desmatada e explorada pelo garimpo.

Luta pelos direitos indígenas

Revoltados, os Panarás exigiram formalmente a demarcação de suas terras  em 1993.
Em 1996, a justiça declarou a posse permanente dos índios a terra indígena Panará (cerca de 500.000 hectares).

Localização atual


Em 1996, insatalaram-se no rio Iriri, que deságua no Xingu.
Atualmente, totalizam quase 600 (seiscentos) indígenas.


Curiosidades

São exogâmicos, ou seja, as pessoas do mesmo clã não casam entre os mesmos clãs (para os Panarás existem quatro clãs no total).
São uxorilical, ou seja, o marido deve morar na casa da família de sua esposa, mantendo a tradição da esposa permanecer onde nasceu para sempre.


Registros fotográficos



Foto: Pedro Martinelli, 1973.

Foto: Orlando Brito, 1974.

Foto: Orlando Brito, 1974.

Foto: Pedro Martinelli, 1996.




UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA
CENTRO DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS – CCB
TÓPICOS EM BIOLOGIA E EDUCAÇÃO  
ESTUDANTES: Felippe Lacerda, Edison Alves Machado, Yuri Tonico Debortoli, Israel Daniel Rocha, Desiree Pombalino, Ydhusana Lima.



Para saber mais: 

Sites:
http://pib.socioambiental.org/pt/povo/panara/587
http://iakiopanara.org/panara/povo-panara-2/

Vídeos produzidos por indígenas: 
http://www.videonasaldeias.org.br/2009/index.php


UM RIO EM PERIGO NO NORTE DA ILHA DE SANTA CATARINA




NA PRAIA DOS INGLESES 




O RIO CAPIVARI AGONIZA




Trecho do Rio Capivari que deságua no mar. 


NATUREZA AMEAÇADA

O Rio Capivari no norte da ilha foi transformado em emissário de esgoto a céu aberto, uma ameaça permanente à saúde pública, trazendo doenças, contaminando o Aquífero de Ingleses, espantando os turistas, que fogem de praias fétidas, com o ar impregnado de putrefação. 


O TEMPO PASSA



A VIDA CONTINUA



OU TENTA PELO MENOS


UM PATRIMÔNIO NOSSO


SUA ALMA ESTÁ MORRENDO




ATÉ QUANDO VAMOS FICAR PARADOS FRENTE À ISSO.




                                                                                                                         ...




UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA
CENTRO DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS – CCB
TÓPICOS EM BIOLOGIA E EDUCAÇÃO 
ALUNO: ROBSON VIANA XAVIER

Para saber mais:   http://sosriocapivari.blogspot.com.br/